SINDROME PÓS POLIOMIELITE

26 agosto 2014

SÍNDROME PÓS-PÓLIOMIELITE

A Poliomielite foi um dos maiores flagelos da população de todo o mundo neste século, não apenas pelas diversas vidas abreviadas por sua causa, mas porque criou uma população de crianças e adultos jovens com seqüelas e incapacidades variadas. Sua distribuição foi global, tendo apresentado epidemias de grande monta em todos os continentes independentemente do grau de desenvolvimento social e econômico.

O vírus da poliomielite é de distribuição universal, não existe animal que desenvolva o quadro de infecção ou que sirva de reservatório, assim, tudo indica que o homem é seu único hospedeiro. A infecção ocorre por via oral, quando da ingestão de água ou alimentos contaminados. A transmissão é mais comum nas regiões de pior controle sanitário, estando claramente associada, nos dias de hoje, às condições sanitárias locais e ao nível sócio-econômico. A vacinação em massa se mostrou como um método eficaz de erradicação da doença na América, onde a transmissão inexiste desde 1994.

A infecção aguda pelo vírus da poliomielite pode se manifestar desde quadros assintomáticos, passando por quadros gripais, intestinais, meningite asséptica e sua forma paralítica aguda. A paralisia causada pela poliomielite é, caracteristicamente, assimétrica, flácida e pode acometer centros bulbares de controle da respiração, causando insuficiência respiratória. Cerca de 1% das infecções pelo vírus resultam em quadro paralíticos agudos.

Após a instalação do quadro paralítico, a evolução da doença é para uma recuperação natural da força num período de 2 anos. O que se observa neste período é um gradativo aumento da capacidade funcional, particularmente em membros inferiores, sendo comum os pacientes que deixam de lado o uso de órteses e outros métodos de auxílio à marcha. Essa fase de recuperação é seguida de estabilidade funcional, na qual o paciente não nota ganho ou perda frente a suas incapacidades.

 PÓS-PÓLIO
Desde o século passado existem relatos de pacientes com antecedentes de poliomielite que após o período de estabilidade desenvolvem nova fraqueza no membro afetado e, eventualmente naqueles membros não acometidos. Em meados dos anos 70, pacientes vitimados pela poliomielite começaram a notar que essa nova fraqueza não era uma curiosidade médica, mas sim um achado freqüente e cunharam o termo Síndrome Pós-Pólio para definir esse novo conjunto de sintomas tardios da doença.

Logo após a descrição da doença, uma grande leva de pacientes com sintomas diversos começou a surgir, criando alguma confusão quanto ao que seria realmente essa nova síndrome.
A definição atual da síndrome pós-pólio inclui alguns critérios diagnósticos:
• quadro prévio de poliomielite
• período de estabilidade funcional de ao menos 15 anos
• nova fraqueza em membro previamente acometido ou não
• fadiga
• dor no aparelho locomotor
• ausência de outras doenças que expliquem a ocorrência dos sintomas


 ORIGEM DA SÍNDROME
Sabe-se atualmente que a origem dessa nova fraqueza e fadiga não se devem a uma reativação viral, mas sim à uma sobrecarga dos músculos e nervos relacionados ao segmento do corpo que foi acometido pela paralisia. Assim, por exemplo, um paciente que ficou com fraqueza na coxa direita e não consegue estender seu joelho direito de forma adequada, mas continua andando sem aparelhos ou bengalas está mais propenso a desenvolver fadiga local e nova fraqueza.

A dor articular é explicada pelo desarranjo de forças musculares e sobrecarga local que ocorre em virtude de suas tentativas de compensação. O paciente pode apoiar-se sobre um membro de forma inadequada ou realizar movimentos anômalos, causando tensão nas articulações e músculos, que se tornam fontes de dor.

A fadiga é explicada pela dor, a fraqueza, tipos de personalidade e acometimento de certas estruturas do sistema nervoso central que são responsáveis pela atenção e concentração.

 DIAGNÓSTICO
O diagnóstico desta síndrome é clínico, ou seja, não existe exame laboratorial que comprove o que o paciente tem. O médico deve tomar como base apenas os relatos do paciente de perda de força e fadiga.

 TRATAMENTO
O tratamento da síndrome pós-pólio deve ser multidisciplinar. Ao médico cabe o diagnóstico da síndrome e o tratamento de doenças associadas que podem estar complicando o quadro (respiratórias, cardíacas, anemia entre outras), a prescrição de órteses, e medicamentos que possam melhorar a capacidade funcional também são da sua responsabilidade, assim como o acompanhamento da evolução do paciente.

O controle da dor pode ser realizado por uso de calor, frio, correntes elétricas e medicamentos, mas a fisioterapia incluindo exercícios físicos de alongamento é fundamental.

A terapia ocupacional, instruindo técnicas de economia de energia, é de grande valia para evitar fadiga. O condicionamento físico, seja por natação, caminhadas ou bicicleta ergométrica também aumenta a capacidade funcional do paciente.

Finalmente, é fundamental deixar claro para o paciente que uma nova estruturação de horários e tarefas diárias é necessária, com o fim de reduzir seu gasto de energia. Períodos de repouso são recomendados no meio da manhã e da tarde, e uma parada para dormir é indicada após o almoço.

O tratamento deve ser sempre complementado com outras formas de redução do gasto energético, tais como uso de bengalas e muletas, aparelhos ortopédicos e locomoção com veículos motorizados.

Observa-se que o segmento desses princípios de tratamento resulta em ganhos funcionais satisfatórios, mostrando que mesmo este efeito tardio da poliomielite pode ser compensado, quando bem estudado do ponto de vista clínico.

A síndrome pós-pólio é um exemplo de que a incapacidade adquirida não deve ser encarada nunca como algo estável e imutável. O envelhecimento e o avanço de deformidades deve ser sempre seguido por um profissional médico de reabilitação com o objetivo de antever essas complicações e tratá-las antes que surjam de forma efetiva. 

Fonte: Texto produzido pela DMR-Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

12 julho 2014

Ambulatório Neuromuscular da UNIFESP

O Ambulatório Neuromuscular da Unifesp (Hospital São Paulo), é considerado Centro de Referência Nacional para investigação e acompanhamento de doenças neuromusculares. 
O Ambulatório de Neuromuscular atende desde 1985, e é considerado Centro de Referência Nacional para investigação e acompanhamento no tratamento de doenças neuromusculares.
É pioneiro em atendimento com equipe mutidisciplinar, ou seja, além da equipe médica, inclui fonoaudiólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, assistentes sociais e outros. Estes profissionais são especializados na área, e, em sua maioria, estão vinculados a projetos de pesquisa ou prestam serviços voluntários.
Mensalmente são atendidos 1600 pacientes.

Está localizado na Rua Estado de Israel, 899 - Vila Mariana - São Paulo - SP, telefone: (11) 5571-3324. Observe os dias de atendimento de acordo com a sua necessidade.
Saiba como proceder para ser atendido:

Marcação da primeira consulta:

  • Encaminhamento médico de qualquer serviço de saúde público ou privado (SUS, convênio, particular)
  • Cartão Nacional de Saúde (CNS) ou exame que comprove a doença
  • Horário de atendimento: das 9 às 15 horas, às segundas, quartas e sextas-feiras, pessoalmente ou pelo telefone: (11) 5571-3324

Marcação de consultas:

  • Horário de atendimento: das 9 às 15 horas, às segundas, quartas e sextas-feiras, pessoalmente ou pelo telefone: (11) 5571-3324

Relatórios, laudos, receitas:

  • Solicitação com 10 a 15 dias de antecedência:
    das 9 às 11 horas, às segundas, quartas e sextas-feiras, pessoalmente ou pelo telefone: (11) 5081-4524
  • A retirada de documentos é feita somente com agendamento prévio.
  • Às terças e quintas-feiras não há atendimento para este serviço.

Receitas para Medicação de Alto Custo (SME):

  • Solicitação com 25 a 30 dias de antecedência:
    das 9 às 11 horas, às segundas, quartas e sextas-feiras, pessoalmente ou pelo telefone: (11) 5081-4524
  • A retirada de documentos é feita somente com agendamento prévio.
  • Às terças e quintas-feiras não há atendimento para este serviço.


Todos os pedidos são agendados de acordo com o Ministério da Saúde, portanto, para um melhor atendimento, observe e respeite os horários acima.


23 junho 2014

Vírus causador da poliomielite é encontrado no Brasil, diz OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou, nesta segunda-feira, 23, a detecção no Brasil do vírus causador da poliomielite. O poliovírus selvagem tipo 1, um dos sorotipos causadores da doença, foi encontrado em amostras coletadas em março no esgoto do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.
A amostra é semelhante à coletada recentemente em um caso isolado registrado na Guiné Equatorial. O risco de contaminação é considerado “alto” no país, enquanto que no Brasil, a OMS avalia as chances de o vírus se espalhar internacionalmente como “muito baixa”.
A poliomielite, que causa a chamada paralisia infantil em crianças com menos de cinco anos, foi erradicada no Brasil em 1989. O número de casos em todo o mundo caiu 99% desde 1988 devido ao grande esforço dos países em combater a doença. Contudo, a OMS decretou, em maio de 2014, estado de emergência de saúde pública no Afeganistão, Iraque e Guiné Equatorial.
O Ministério da Saúde acompanha a situação epidemiológica da poliomielite no mundo e mantém o controle da erradicação da doença com coberturas vacinais superiores a 95%. Desde 1990, não há circulação de poliovírus selvagem da poliomielite no Brasil, resultado das políticas de prevenção e vigilância adotadas pelo governo federal. Em 1994, o Brasil recebeu o certificado emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de erradicação da poliomielite.

Embora a doença tenha sido erradicada do Brasil, alguns países continuam detectando casos de poliomielite, como Síria, Paquistão, Afeganistão, Guiné Equatorial, Etiópia, Iraque, Israel, Somália e Nigéria, entre outros. Esta situação levou a OMS a declarar emergência mundial para garantir a mobilização de recursos e apoio internacional capazes de garantir que a erradicação global da doença seja alcançada.

O cumprimento da meta de cobertura vacinal para a doença há várias décadas garante a proteção do país contra a recirculação de poliovírus, que pode ser trazido por viajantes internacionais. Além disso, o Ministério da Saúde realiza, em parceria com estados e municípios, vigilância ativa de todos os casos de paralisia flácida aguda (PFA) em menores de 15 anos de idade, investigando cada notificação em até 48 horas e realizando coleta de fezes para pesquisar qual o agente etiológico causador. Como as PFAs podem ser causadas por diferentes tipos de vírus, entre eles o da poliomielite, esta vigilância fornece a segurança para que o país continue livre da circulação do poliovírus, pois qualquer reintrodução seria rapidamente detectada.

Em alguns países é recomendada, além disso, a pesquisa de poliovírus no meio ambiente, especialmente onde a cobertura vacinal é baixa e a vigilância não é adequada.  O Brasil não se enquadra nesta situação, não havendo, portanto, recomendação para realização sistemática desse monitoramento do poliovírus no meio ambiente.

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) participou do Programa de Colaboração com a OPAS de Erradicação da Poliomielite no Brasil, realizando o monitoramento ambiental entre 1973 e 1989. Com a eliminação da poliomielite no país, este monitoramento deixou de ser obrigatório. Desde 1999, no entanto, a Cetesb realiza esta pesquisa, junto com o monitoramento para outros agentes etiológicos no meio ambiente, em colaboração com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Atualmente, mantém 10 pontos de coleta rotineira de esgoto para monitoramento.

Em 17 de junho de 2014, o Ministério da Saúde recebeu do laboratório de enterovírus da Fiocruz a confirmação de que foi isolado vírus selvagem da poliomielite pela Cetesb em amostra coletada em março de 2014 no esgoto sanitário do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).  No mês de abril de 2014, os resultados do monitoramento de todos os pontos, inclusive no aeroporto de Viracopos, foram negativos, portanto, o resultado encontrado no mês de março foi um fato isolado, evidenciando que não há circulação do poliovírus selvagem na região.  Os dados foram enviados para o laboratório global de referência da OMS para a poliomielite, tendo sido confirmado que o poliovírus é originário da Guiné Equatorial.

É importante esclarecer que esse achado não significa qualquer mudança na situação epidemiológica do Brasil ou ameaça à eliminação da doença. O Ministério da Saúde reforça a importância de manutenção da cobertura vacinal adequada e da vigilância ativa para todos os municípios. Com o aumento dos deslocamentos internacionais, é esperado que pessoas portando agentes infecciosos presentes em outras partes do mundo circulem no Brasil.

O Ministério da Saúde reitera, ainda, que todos os profissionais de saúde e a sociedade em geral continuem a estimular a participação efetiva nas ações de imunização em todos os municípios, tanto na vacinação de rotina, que deve ser realizada de acordo com o calendário estabelecido pelo Ministério da Saúde, como na Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite que acontecerá no segundo semestre de 2014.

21 junho 2014

A sequela de poliomielite



Dr. Jorge Federico Eufracio Téllez   

Um dos maiores enigmas que ainda não estão bem estudados no rescaldo da poliomielite é o mecanismo pelo qual eles são produzidos a cada vez que podem ser em formas variadas e cada paciente pode apresentar desde muito leve a muito severa. Compreender este mecanismo é mais complexo que um simples desequilíbrio de forças, não  é, de forma alguma, uma fraqueza muscular que produz a maior força de seu antagonista, é muito mais complexa do que a visão simplista de quem ignora a anatomia e fisiologia neuromuscular.  Esta carta tem como objetivo auxiliar na compreensão do mecanismo de seqüelas de poliomielite e entendê-las melhor. 

Sequelas.  

A poliomielite provoca paralisia flácida assimétrica e tratamento irregular após a fase aguda da doença se insere no campo de cirurgião ortopédico vai se concentrar em tomar as medidas adequadas para a recuperação funcional, prevenção de deformidades e, finalmente, de métodos de reconstrução anatômica e funcional.     Paralisia muscular ocorre geralmente a partir de segundo ao quinto dia do período febril e atinge o seu máximo de dois a quatro dias após o início, alguns autores acreditam que o fim do período febril significa o fim de paralisia, no entanto, hipersensibilidade pode fazer com que os músculos a sombra esta característica da doença, hipersensibilidade precede paralisia. Em crianças flacidez pode ser tão marcante que o espasmo e hipersensibilidade pode passar despercebida. Durante a fase aguda, o paciente deve ser colocado em repouso no leito e proteger deformidades por medidas gerais, incluindo postural, a cama deve ser duro para combater a lordose lombar excessiva, com a mudança periódica da postura do paciente, para permitir flexão da coluna suave quando mobilização começa. Colocar travesseiros sob os joelhos lhe permite tomar uma ligeira flexão e evita hiperextensão. Compressas quentes reduzir a dor, hipersensibilidade e facilitar a prática de alongamento, espasmo aliviar o desconforto. Lovett disse que o músculo reeducação é a base do tratamento das sequelas da poliomielite. Teoricamente, isso significava que o paciente  reeducação, enviou um estímulo voluntário para contrair o músculo e ajudar a obter este músculo ao movimento passivo. O membro afetado é posicionado de modo que a gravidade ajuda o movimento e a facilitação subsequente é feito à mão.  Há um ponto de grande importância em relação a este fato, e muitas vezes não paga a importância que merece. Em um membro seqüelas da pólio afetada, alguns músculos estão paralisados, outros só estão enfraquecidos e outro relativamente normal. Músculos que se destinam a exercer as pessoas com paralisia ou fraqueza. Se os exercícios não são regulados e cuidadosamente localizar esses músculos, o paciente vai usar os músculos poderosos, em vez dos fracos e, portanto, se deteriora ainda mais o desequilíbrio muscular. Exercícios indiscriminados praticados por pessoas inexperientes e estímulos induzidos para que a criança faça o que puder, é mais prejudicial do que benéfico.
 Com o início da paralisia e hipersensibilidade, há uma tendência acentuada para deformidade. Os músculos paralisados, quando seus adversários são espástica, excessivamente dilatado. Espasmo muscular é devido em grande medida à tentativa do paciente para proteger os músculos sensíveis. Espasmo deste tipo sugere uma paralisia mais acentuada que realmente existe, porque os músculos antagonistas podem ser inibidos por reflexo Se é um observador agudo pode a partir do primeiro ponto de vista, ver uma posição característica do paciente e o  rotação externa dos membros inferiores, queda do pé e adução da extremidade superior. No final da doença sofrer alterações musculares associadas a  desenervação atrofia, não há perda de estrias, redução sarcoplasma e alteração da resposta eléctrica. Tudo isto é seguido pela atrofia, à fibrose e a substituição de gordura. Atrofia óssea é um fenômeno secundário de atraso devido à falta de uso do membro. Você deve ter uma boa avaliação do envolvimento paralítico. Esta avaliação pode ser falsa porque o espasmo muscular e ternura pode dar a impressão de que as lesões são mais graves do que realmente são. Em qualquer posição que o paciente deve ser colocado mudanças de posição estritamente estática, mas frequentes devem ser feitas.  Muitas vezes, é necessário, para colocar talas para manter a posição, o pé deve estar em uma posição neutra em relação à flexão dorsal e eversão e deve evitar a hiperextensão do joelho, mantendo-se em ligeira flexão não é apropriado para permitir que o paciente para ficar livre de seus aparelhos por longos períodos de tempo.   Você deve trazer todas as articulações procurasse limite máximo de sua mobilidade durante o dia, mas dentro dos limites tolerados pela dor, também deve ser iniciado, os primeiros trechos, mas não a ponto de produzir dor. Spinal ser praticada e manobras de rotação de flexão. É bastante comum deformidade do quadril em flexão e abdução. Esta deformidade começa com espasmo iliopsoas, sartório e tensor da fáscia lata, o que resulta em uma inclinação da pelve para frente e lordose lombar excessiva. A fraqueza dos músculos do tronco, muitas vezes exige a continuação do repouso, contração assimétrica do tronco não deve ser permitida. O desenvolvimento de um músculo extremamente importante, como gêmeo ou maior glúteo médio e requer a máxima atenção antes de permitir a locomoção. Os gêmeos devem ter força e muleta adequada deve ser usada para fortalecer gradualmente estes músculos são tão importantes para o backup da recuperação que deve ser protegida a todo custo. Deve impedido junta ação insuficiente para prevenir o desenvolvimento do pé calcâneo.     Os ombros paralisados (deltoides fracos), os pés (Memorial tibial anterior fraco) e frouxidão do joelho são anomalias que devem ser melhorados por fixadores. Os músculos abdominais são particularmente propensos a hiperdistenderse quando ereto é retomada.  Quando o paciente tiver recuperado a partir da depressão mental poliomielite inicial, tentar alcançar a funcionalidade máxima possível. Exceto em um membro completamente paralisado, devem ser tomadas para alcançar o equilíbrio muscular, pois caso contrário irá ocorrer deformidades, que será adicionado à causada pelo uso e gravidade. A atrofia do membro é observada após seis semanas do início. O declínio muito acentuado em circulação na infância produz efeitos indesejáveis sobre o crescimento.    Esta fase caracteriza-se por uma perda de função, devido à deformação progressiva. Paralisia flácida e invalidez são importantes, mas seus efeitos podem ser aumentados pela contratura. A gravidade e funcionalismo pode causar o afrouxamento dos ligamentos e cápsulas articulares, na medida em que já não atuam de forma adequada como unidades funcionais.
 A deformidade mais comum do quadril secundária a contratura dos tecidos moles (trato ílio-tibial) é em flexão, rotação externa e abdução. Neste caso, durante a convalescença do paciente poliomielite é geralmente supina na "atitude perna sapo" também é encontrado em cavalos com pé-pole-position, incentivado por espasmo e os músculos das costas, flexores do quadril, tensor da fáscia lata e abdutores do quadril. A conservação das extremidades inferiores na posição errada vai resultar em redução permanente dos tecidos moles e ante versão do fêmur proximal. Paralisia do glúteo médio. Quando os músculos abdutores do quadril estão paralisados, o tronco vai inclinar-se para o lado afetado e o lado contralateral da pelve cairá durante a sustentação de peso da marcha.  Paralisia do glúteo máximo. Paralisia desta resultada em musculares e instabilidade do quadril e da lordose lombar exagerada, durante a condução, o tronco se inclina para trás quando o peso do corpo é colocado no lado afetado. Neste caso, o aumento da deformidade em flexão do quadril, quando os músculos flexores do quadril, com poder normal, aparece. Luxação paralítica do quadril. Este deslocamento é causado por paralisia flácida e o desequilíbrio muscular resultante, quando um pouco de músculos maior e glúteo médio e flexores e abdutores do quadril têm energia normal estão paralisadas, é praticamente inevitável deslocamento da mesma, além de perda de crescimento no fêmur proximal.   Joelho. Flexão deformidade-estima e tíbia torção é devido à contração do trato ílio-tibial, que exerce uma força sobre a superfície externa do joelho, fazendo com que a tíbia entre gradualmente em uma abdução do fêmur, causando deformidade. Preservação prolongada de flexão do joelho na contratura   patelar retinaculum e tecidos moles que estão por trás do joelho.   Torção tibial externa e subluxação do joelho.  A tração do trato ílio-tibial localizado fora e bíceps femoral curto barriga rotação produto da tíbia e fíbula para fora em relação ao fêmur, quando não é controlada, as forças deformantes produzir subluxação póstero-lateral do joelho deslocamento da cabeça da fíbula para a fossa poplítea.  Paralisia do quadríceps femoral.  Este músculo é um daqueles que tendem a ser mais afetados pela poliomielite. Quando há um ligeiro recurvatum genu e  suficiente de tríceps sural e músculos das costas, o joelho pode ser estabilizado por hiperestendida tratamento, ao dirigir essa fraqueza muscular é compensada pela inclinação do tronco e do centro de gravidade para a frente as únicas deficiências funcionais são muitas vezes a dificuldade em subir escadas e correr.     Deformidade do joelho em flexão. Contratura do trato ílio-tibial por forças estáticas de posição errada de um membro inferior, produzir contratura da deformidade em flexão do joelho durante a flexão do quadril, abdução e rotação externa, geno valgo e torção tibial externa. Genu recurvatum. Hiperextensão do joelho em poliomielite é o resultado de alongamento dos músculos posteriores do joelho ou depressão estrutural e inclinar para baixo a porção anterior dos tibiais mudanças planalto ósseas. Quando o problema é dado pela extensa da paralisia muscular dos membros inferiores com uma fraqueza notável dos músculos posteriores de todo o quadríceps tríceps sural. Muitas vezes, há deformidade do pé calcâneo. Com peso continuou tendo o isquiotibiais e tríceps sural, cápsula e ligamentos da face posterior do joelho são esticados e alongados. O grau de genu recurvatum aumenta rapidamente com a perda de apoio normalmente fornecido pelos músculos e ligamentos. A incapacidade funcional é geralmente grande.
Pé e tornozelo.  A paralisia dos músculos que atuam sobre os pés dos resultados em vários deformidades e incapacidade funcional do mesmo, como o músculo ou os músculos afetados em particular e a potência da musculatura remanescente. Estabilidade do pé depende de vários fatores: esboço de ossos e superfícies articulares, integridade ligamento capsular, apoio e força dos músculos.   Paralisia dos músculos fibulares. Quando os músculos longos e curtos peroneal estão paralisados, o investimento calcâneo entra a tração muscular tibial posterior poderoso, a adução do ante pé entra seguido de inversão da parte proximal do mesmo, também a ação sem oposição do músculo tibial anterior. Aos poucos, uma deformidade do pé vara ocorre. Em condições normais, o fibular longo deprime o primeiro metatarso e o tibial anterior levanta. Quando o fibular longo lateral é paralisado entra no primeiro metatarso dorsiflexão à ação do tibial anterior, sem resistência e um "joanete" irá ocorrer. As ações da oposição fibular longo e tibial anterior no primeiro metatarso deve ser considerado quando desequilíbrio dinâmico entre os dois.  Paralisia peroneal, extensor digitorum longus e extensor longo do hálux. A deformidade resultante é moderada e um pouco furar cavalo.  Paralisia do músculo tibial anterior. Neste caso, o poder de dorsiflexão do pé e do investimento perdido e equinos-deformidade ocorrem.  O dedo extensor hiperatividade inserir o objeto para substituir a ação do tibial anterior dorsiflexão do tornozelo. A falange proximal é hiperextensão da cabeça dos metatarsos e tornar-se deprimido, causando deformidade convexa dos dedos. Ocorre gradualmente equino deformidade da contratura tornozelo bíceps sural.  Ocasionalmente cavo do pé deformidade ocorre devido à ação do músculo fibular longo, que age como um depressor do primeiro metatarso. Durante dorsiflexão ativa do tornozelo anterior ou distal eversão pé entra, mas durante rolamento de peso para permitir o investimento entra no contato horizontal todas as cabeças dos metatarsos para o chão. O calcanhar irá reverter após a reversão de parte distal do pé. Paralisia do tibial anterior, extensores dos dedos e fibular. Uma deformidade equinovaro do pé pela ação do tibial posterior e tríceps sural sem atividade antagônica ocorre.  Paralisia do tríceps sural.  Quando os gêmeos e sóleo são fracos ou paralisados, o paciente com claudicação do calcâneo, ou seja, fraqueza ou falta de impulso para a frente, a tíbia se move para trás ao longo do talo pelo impulso do tronco para a frente, e o pé excessiva forçado em dorsiflexão na articulação do tornozelo. O ombro. A articulação do ombro é uma multifuncional. Paralisia flácida dos músculos do ombro, produzido pela poliomielite, é do tipo geralmente altamente variável e atrofia predominante gravidade e fraqueza do músculo deltoide e, mais raramente, a barriga do grande peitoral clavicular, o subescapular, supra e infra, grande dorsal e o maior e menor rodada. Quando nenhum envolvimento nessa região toda disfunção praticamente membro superior é apresentado como essa paralisia é muitas vezes acompanhada por luxação ou subluxação da mobilidade articular e evitar a funcionalidade adequada.    A perda de flexão do cotovelo é o resultado de paralisia dos músculos bíceps braquial e braquial. O déficit funcional resultante é muito grande e que o paciente é incapaz de levar a mão à cabeça, face e tronco. Em caso de paralisia dos flexores do cotovelo têm um grau variável de paresia dos músculos da articulação escápula, antebraço e mão normalmente. Perda funcional da paralisia dos músculos extensores do cotovelo é devido ao envolvimento do tríceps e raramente causa deficiência significativa porque o cotovelo é estendido passivamente sob a influência da gravidade.  A paralisia flácida produzida por deformidades contratura fixa do antebraço em supinação ou pronação. Contratura do antebraço em supinação, é raro, mas incapacitante e é o resultado de paralisia seletiva dos quatro músculos que se originam no epicôndilo medial (pronador redondo, flexor ulnar do carpo, palmar longo e palmar), no caso de um bíceps braquial força muscular normal, neste caso o incurva rádio e capotou causando ulna deformidade progressiva, arcos de raio significativamente com o risco de subluxação da articulação rádio ulnar. Mão e punho. Lesões são dadas por músculos fracos e tendões flexores ou que produzam ou extensores, como o martelo de caso ou dedo do gatilho são os mais comuns. Espinha. O rescaldo produzido na coluna vertebral está causando mais instabilidade em biomecânica e deformidades quando há paralisia ou fraqueza dos músculos estabilizadores da coluna, geralmente tem uma cifose, escoliose ou sifoescoliose. A escoliose que o seu início é geralmente instável, se permitido ao progresso atinge o que é chamado de escoliose estabilizado, o qual já não pode oferecer qualquer tratamento. A escoliose é muitas vezes acompanhada por problemas de dor e hérnia de disco, muitas vezes, por vários graus de insuficiência respiratória. Por fim, acabamos por referir que mesmo as quedas podem ser tomadas como uma sequela e ser um mecanismo esquecido ainda muito recente pertencente ao sistema nervoso autônomo (o sexto sentido real) sentido chamado propriocepção ter seus receptores em superfície e no interior dos músculos. Cai, em grande parte, são devido à falha neste sistema. 

31 maio 2014

Tratamento Antroposófico em Síndrome Pós Poliomielite será apresentado em Congresso na Holanda.



Ambulatório de Antroposofia aplicada a Saúde da Universidade Federal de São Paulo irá apresentar no próximo dia 27 de junho de 2014 na cidade universitária Leiden – Holanda, durante o Congresso Científico sobre a Medicina Antroposófica, o trabalho a ser apresentado será: Contribuição de um manejo da dor não-invasivo multimodal com terapias antroposóficos e transdérmica gel antroposófica na síndrome pós-pólio (PPS), Ghelman.

Contribution of a multimodal non-invasive pain management with anthroposophic therapies and transdermal anthroposophic gel in Post-Polio syndrome (PPS), Ghelman.


Entrevista



(Na foto, sentado (a partir da esquerda para a direita): Sílvia Schünemann (gerente), Ricardo Ghelman (coordenador), Prof Mary Uchiyama Nakamura (coordenador) e Jorge Hosomi (coordenador) Em pé:. Equipe multidisciplinar do ambulatório de pré-natal. )
Uma vez que este boletim internacional de pesquisa tem a intenção de aumentar a comunicação e por que não a colaboração entre todos os interessados ​​na pesquisa em Medicina Antroposófica (AM) no mundo inteiro, nós pensamos que seria importante saber onde e por quem pesquisa em AM está sendo conduzida.
Através de entrevistas com os membros das equipas de investigação que queríamos fornecer informações sobre eles com o seu toque pessoal, de modo que os desafios enfrentados, as soluções encontradas, as expectativas e outros aspectos que possam ser comuns a outros pesquisadores pode ser útil, inspirador e, talvez, o início de um maior intercâmbio. Nossa primeira entrevista foi gentilmente aceitou ser respondida por NUMEPI (Centro de Medicina Integrativa e Práticas), até agora o único centro de pesquisa acadêmica na AM que operam no Brasil. Medicina Antroposófica ainda não é reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina. NUMEPI está enfrentando os desafios da introdução da pesquisa em AM em um ambiente acadêmico não antroposófica e colaborando na busca de mais espaço para a inserção de AM nas práticas oferecidas pelo SUS (Brasil ≠ s do Sistema Nacional de Saúde).
Quando foi o centro de pesquisa fundada e como se chegou a ele / o que foi o pano de fundo histórico?
A Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo iniciou suas atividades em 1933. As primeiras atividades da pesquisa científica nesta instituição começou em 1948, no primeiro farmacologia e bioquímica laboratorial, dentro da farmácia do Hospital São Paulo (hospital universitário), devido à necessidade de medicamentos. Pesquisa em Medicina Antroposófica (AM) começou em 2000 com o estudo experimental sobre a segurança do Viscum album em gravidez conduzido por Ricardo Ghelman, sob a orientação do Prof Dr. Mary Nakamura. Este estudo seguiu linha Prof Kulay Júnior ≠ s de pesquisa no Departamento de Obstetrícia. Foi um início muito tímido, como um stritu sensu doutorado tese, defendida em 2003 Em 2004, duas disciplinas eletivas foram introduzidos para Medicina e alunos de graduação em Enfermagem:.. Antroposófica Medicina e Medicina Tradicional Chinesa, com crescente interesse do ano os alunos após ano 
A publicação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) em julho de 2006 coincidiu com a chegada da Fundação Mahle no Brasil, portanto, um projeto foi escrito para criar um centro de pesquisa, educação e assistência no AM. Este centro foi inicialmente pensado para abraçar quatro departamentos (Obstetrícia, Ginecologia, Pediatria e Medicina Interna) com sustentabilidade financeira depende de recursos da Fundação Mahle. A proposta centro de pesquisa foi apresentado aos quatro departamentos da faculdade, em 2007, baseada em evidências sobre AM fornecida pelo livro de Kienle e Kiene. 
A abertura do Departamento de Obstetrícia permitiu o início do pré-natal antroposófica para ser entregue ao baixo risco mulheres grávidas através do SUS (Sistema Único de Saúde Brasil ≠ s) em novembro de 2007. o impacto na qualidade de vida foi avaliada desde o início usando SF-36. Então, agora nós contamos mais de 8000 visitas nestes 4 anos e 5 meses de existência da clínica de pré-natal ≠ s. Em 2009 nós começamos nosso curso de extensão universitária (grátis) para 50 profissionais de saúde e, em 2011, na sequência de um pedido da ABMA (Associação Brasileira de Médicos antroposóficos), que assumiu o papel de formação de profissionais de saúde do SUS. Por isso, criamos uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, que fez a divulgação do curso de extensão por meio de suas unidades de saúde. Isto permitiu-nos atingir a meta de 60% ​​dos médicos, 30% farmacêuticos e 10% de outros profissionais de saúde entre os alunos, a maioria deles trabalham para o SUS. Depois da nossa visita à Universidade de Witten-Herdecke em setembro de 2010, adotamos a mesma estratégia de expandir o nosso Centro de Medicina Antroposófica dentro de um contexto mais amplo da medicina e práticas integrativas, por isso criamos NUMEPI em 2011 (Centro de Medicina Integrativa e Práticas), envolvendo seis departamentos. Um dos frutos imediatos dessa expansão foi a possibilidade de criar um segundo ambulatório AM, juntamente com o Departamento de Neurologia com o objetivo de pacientes com dor. Esta clínica está sendo estruturado em termos de protocolos de pesquisa para abrir as suas portas em agosto deste ano. Nos últimos anos temos formado novos pesquisadores com mestrado e doutorado títulos na linha de pesquisa experimental com Bryophyllum (Jorge Hosomi) e Viscum album / Câncer (Anamaria Facina e Rubens Bollos). De 2008 a 2011, fizeram parte do grupo de atividades em AM em saúde pública incluída no Ministério da Saúde a Medicina Antroposófica Observatory. O Observatório terminou em 2011 e, agora, o Ministério da Saúde está escrevendo as diretrizes para a AM no SUS. Foi desenvolvido um questionário clínico antroposófica que permite diagnóstico baseado em conceitos antroposóficos, que tem sido muito útil na educação e assistência. Trata-se de uma entrevista clínica / anamnese focada em quatro diagnósticos (triplicidade, fourfoldness, sevenfoldness e biografia). Recentemente, iniciou um processo de validação internacional, em cooperação com a Universidade de Ciências Aplicadas (Leiden), através de Erik Baars. NUMEPI é coordenado e organizado por Mary Nakamura e Ricardo Ghelman, com a inclusão de Jorge Hosomi este ano, devido à expansão da atividade. Nós sempre contou com um gerente, que atualmente é Silvia Schünemann.
Quantas pessoas trabalham para a instituição, como muitos com a Medicina Antroposófica / Pesquisa em AM?
A universidade tem cerca de 500 professores (não considerando os médicos assistentes que trabalham para o hospital universitário). Em AM estamos quatro pesquisadores. Há 17 profissionais de saúde que trabalham no ambulatório universitário antroposófica e 33 professores do curso de extensão, a grande maioria de São Paulo (cidade).
É esta instituição relacionada / ligado a uma universidade? Se sim, como foi o processo de AM "ser aceito" pela Universidade?
O processo foi relatado na primeira pergunta, mas entrar na universidade foi fortemente relacionado com a abertura do Departamento de Obstetrícia, desde Prof Mary Nakamura foi um docente e chefe do Departamento no momento que o processo começou.
Quais os campos de pesquisa / linhas?
as linhas de foco de pesquisa sobre obstetrícia fisiológicas e experimentais, a assistência ao parto vaginal (avaliação e preparação do assoalho pélvico para a expulsão do feto), eo risco de exposição fetal secundária ao uso de drogas durante a gravidez. Viscum album e Bryophyllum foram estudados, os resumos foram publicados após a apresentação em congressos, publicação da obra total ainda está em processo.
Como é que este centro de pesquisa patrocinada / apoiada financeiramente?
O centro é parcialmente financiado pela Fundação Mahle, parcialmente pela FAPESP - agência de promoção de pesquisa do Estado de São Paulo. Na maior parte do apoio financeiro vem da própria universidade, que fornece infra-estrutura, computadores, salas de aula, testes laboratoriais para pacientes etc
Quais foram as maiores dificuldades / desafia a instituição tem enfrentado até hoje e está enfrentando hoje em dia?
As principais dificuldades e os desafios são a falta de profissionais de saúde treinados em AM interessado na investigação;falta de interesse dos pesquisadores acadêmicos não antroposóficos em AM, devido à incerteza sobre a eficácia / segurança do AM, uma vez que há poucos publicação científica. Medicação Antroposófica é caro, inexistente no SUS e por isso contamos com a doação de alguns medicamentos por Weleda para ser capaz de tratar os nossos pacientes. Outra dificuldade é a nossa dependência económica parcial sobre uma base que pode interromper o nosso apoio e nos deixar com um desafio extra na captação de recursos.
Existem necessidades / desejos de cooperação? Quais seriam eles?
Embora a nossa instituição tem reconhecimento nacional e internacionalmente o Brasil (América do Sul) ainda tem uma história muito curta como um país de pesquisadores, muito diferentes da Europa. Portanto cooperação na revisão de artigos para publicação seria bem-vinda. Começamos a cooperação com a Universidade de Ciências Aplicadas de Leiden para a validação do questionário clínico e estamos esperando o feedback em estudos com modelagem experimental animal e eficácia do tratamento a partir do ponto de vista da biologia molecular. Neste sentido, tivemos dificuldade em adquirir a medicação, e passou muitos recursos comprando os kits laboratoriais para molecular e expressão gênica de avaliação. 
Após nossa recente visita em 2011 para o Instituto de Epistemologia e Metodologia Aplicada Médica em Freiburg, começamos a pensar em coordenar uma estudo semelhante ao AMOS Europeia (a Medicina Antroposófica Outcomes Study) no Brasil no futuro. Muita reflexão e esforço ainda precisa ser colocado em organizar toda a estrutura e timing. 
Em nossa primeira experiência de cooperação internacional em educação, quatro estudantes da Universidade de Genebra será enviado para atender NUMEPI através do seu Programa de Medicina Comunitária. Eles vão passar quatro semanas entre maio / junho 2012 visitando a nossa clínica, o curso de extensão e de outros grupos na universidade.
Quais são as perspectivas / expectativas para os próximos anos?
Dada a falta de massa crítica, uma das intenções de realizar um curso de extensão em MA foi a de aumentar o número de profissionais pessoas / saúde interessados ​​em AM. Nossa expectativa é que entre os alunos alguns vão querer realizar pesquisas e / ou dedicar-se aos ambulatórios que estamos criando. Esperamos, também, a publicar continuamente o nosso material de pesquisa, para que possamos crescer como um grupo de pesquisa.
Comentários finais
Estamos enfrentando o desafio de inserção acadêmica de um medicamento que tem pouco reconhecimento acadêmico no Brasil e no mundo. Nem há o reconhecimento pelo Conselho Federal de Medicina ou a OMS, para que a nossa única √ aliado oficial além das instituições antroposóficos - são do Ministério da Saúde, algumas secretarias estaduais e municipais de saúde e algumas universidades internacionais raras e antroposófica principais centros de pesquisa / investigação hospitais. Um grande desafio também está criando linhas de pesquisa com metodologia que pode trazer boas publicações em revistas de alto impacto. A área de pesquisa pré-clínica é essencial em obstetrícia, especialmente devido à impossibilidade de realização de estudos clínicos, sem manifestação prévia de segurança durante a gravidez.Uma vez que muitos antropósofos não são favoráveis ​​para a realização de pesquisas com animais, nós suspeitamos uma certa resistência em fornecer drogas para nossa pesquisa. No entanto, em obstetrícia, esta etapa animal é impossível de ser deixado de fora devido ao risco fetal. Nós gostaríamos muito de ter uma melhor solução para este conflito. 
Com a expectativa de aumentar a massa crítica de pesquisadores também esperamos ser capazes de expandir as áreas de pesquisa, sempre dentro do tripé: ensino, pesquisa e assistência.
Para mais informações e contato: 
ric.ghelman @ gmail.com 
mary.uchiyama @ ig.com.br 
jorgehosomi@uol.com.br 
silvschu@gmail.com